Renata Jesion – Currículo

Formação Acadêmica

FEFISA – Faculdade de Educação Física de Santo André.

Formação Teatral

CPT – Centro de Pesquisa Teatral-coordenado por Antunes Filho.

DRT:10.011

Atriz

Em 1992, Renata Jesion inicia sua carreira no Centro de Pesquisa Teatral – CPT com Antunes Filho. Durante a trajetória no CPT atuou em Festivais Nacionais e Internacionais nos espetáculos Macbeth – Trono de Sangue, Nova Velha Estória -Chapeuzinho Vermelho e Vereda da Salvação.

Em 1995, atuou nos espetáculos de sua autoria, Léxico – Monólogo Artaud e Red Light Babel Brasil, no Projeto Babel do Sesc Pinheiros. A concepção de ambos é de Renata.

Em 1997 Gedichte, com sua direção, no projeto Cem Anos de Bertold Brecht apresentado no SESC Vila Mariana e em 25 unidades do SESC do interior paulista.

A partir de 1997, juntou-se ao dramaturgo e ator Dionísio Neto para fundar uma companhia teatral.

Perpétua foi a estréia da Cia, seguida por Opus Profundum e Desembesttai, todas escritas por Dionisio. Perpétua e Desembestt@i têm direção de Leonardo Medeiros.

Perpétua, especialmente escrita para ser encenada por Renata, fez dois anos de turnê e longa temporada em SP. As outras duas foram premiadas como melhores espetáculos das Jornadas SESC 96 e 97de teatro. Em 1998, entrou para a Cia de Opera Seca de Gerald Thomas. Atuou em Os Reis do Iê, Iê, Iê; Cão Andaluz e Nowhere Man. Com a última, a Cia foi convidada a se apresentar num dos festivais mais importantes do mundo, o Eurokaz, Croácia.

Em 1999, atua no monólogo Lig-Lubaa, de Heloisa Pait, sob sua direção. Apresentações no Teatro Next (SP),SESC São José dos Campos e Planetário (RJ).            Atua no curta metragem Factício, co-dirgido por Renata e Roberto Audio.

Video-clip Cenografia, da banda Autoload, dirigido por Danilo Proença para a MTV.

Participa da vídeo-instalação Reflexo que meu Corpo Atravessa, dirigida por Inês Cardoso para o projeto Mundão, no SESC Santo Amaro, Instituto Cultural Itaú e Festival de Curta-Metragens-MIS em São Paulo.

Em 2000, faz o espetáculo Alices, de Shala Felippe, dirigida por Camila Amado nos SESCs Teresópolis, São Gonçalo e Campos e no Teatro João Caetano, RJ. Atua também em Cenas de Uma Execução, de Howard Barcker e direção de Cristina Streva nos teatros Sérgio Porto e Teatro da UFRJ.

No ano de 2003, Renata atua em seu primeiro longa-metragem, Olga, dirigido por Jayme Monjardim. Faz o segundo papel feminino, Sabo, amiga da protagonista. O filme estreou em agosto de 2004.

Estréia em 2004 121.023 J, de sua autoria com direção de Ariela Goldmann.

O espetáculo baseia-se nos relatos de seu pai sobre sua passagem pelos campos de concentração durante a Segunda Guerra.

Para escrever, Renata pesquisou durante cinco anos com seu pai e outros sobreviventes que vieram residir no Brasil após a libertação. A primeira temporada aconteceu no SESC Ipiranga-SP.

O espetáculo ficou cinco anos em cartaz, em varias temporadas em São Paulo, participando de festivais nacionais e internacionais de teatro e comtemplado pela Caixa econômica Cultural nos anos de 2005/ 2006/2007 e 2008 circulou por vários estados do Brasil.

Jesion passou todo o ano de 2008 criando e elaborando o seu mais novo e atual projeto Teatro Para Alguém. Atualmente em andamento e já com uma carreira significativa dentro da história do Teatro na era digital, atua em diversas peças dentro do site (veja http://www.teatroparaalguem.com.br)

Diretora

Renata iniciou sua carreira de direção paralelamente aos seus trabalhos de atriz, de modo muito integrado.

Foi assistente de direção de Antunes Filho em diversas montagens do grupo Macunaíma, de 1992 a 1997.

Em 1997 dirige Gedichte para o projeto Cem Anos de Bertold Brecht.

Em 1999, direção teatral: Vida de Lavadeira no projeto Saravá Mário de Andrade - SESC Belenzinho (SP) e apresentações por 28 cidades do interior de São Paulo.Também dirige Lig-Lubaa no Rio de Janeiro.

Dirige e roteiriza com Roberto Audio o curta-metragem para cinema Factício, apresentado no Projeto Mundão do SESC Santo Amaro (SP) e em festivais de curta-metragem, entre eles o MIX de Nova Iorque onde foi o mais votado pelo público.

Dirige o show Eu, Causa e Efeito do cantor Fênix, no teatro Café Pequeno (RJ) e SESC Pompéia (SP), 2001.

Em 2004, Renata dirige para a Companhia Satélite Corações Partidos e Comtemplação de Horizontes, de Dionísio Neto. Esta é a primeira vez que dirige obra de Dionísio, marcando sua volta à parceria com o autor.

Em 2007, Renata roda o curta-metragem As Manhãs de Majer, que integra-se ao projeto teatral 121.023 J que fala sobre a vida de seu pai nos quatro campos de concentração durante a II grande Guerra e sua vida pós guerra durante mais de cinqüenta anos  no Brasil. Atualmente  As Manhãs de Majer se encontra em processo de finalização e pretende participar de festivais de curtas e documentários a partir do segundo semestre de 2010.

Após Jesion ter criado o Teatro Para Alguém durante todo o ano de 2008. Resolveu chamar inúmeros diretores de teatro e cinema para partilhar dessa nova experiência com ela. Muitas vezes é Renata quem dirige algumas das produções do http://www.teatroparaalguem.com.br

  • Recent Comments